
"Nós vamos morrer, e isso nos torna afortunados. A maioria das pessoas nunca vai morrer, porque nunca vai nascer. As pessoas potenciais que poderiam estar no meu lugar, mas que jamais verão a luz do dia, são mais numerosas que os grãos de areia da Arábia. Certamente esses fantasmas não nascidos incluem poetas maiores que Keats, cientistas maiores que Newton. Sabemos disso porque o conjunto das pessoas possíveis permitidas pelo nosso DNA excede em muito o conjunto de pessoas reais. Apesar dessa probabilidades assombrosas, somos eu e você, com toda a nossa banalidade, que aqui estamos..."
Richard Dawkins
Primeiramente, não há infames prosteriores em relação à coerência do que for postado.
Humanos são incontestávelmente incapazes de sê-los. Nossos antepassados devem ter começado a se indagar sobre o mecanismo da hereditariedade tão logo a evolução os dotou com cérebros capazes de formular tais questões. São apenas o que se adaptam a ser, consequentemente são apenas singelas falhas nos genes da civilização. [Sim,
eu não me incluo. Narro fatos com onisciência somente] Desde os primórdios há associações instantâneas de éspecies no planeta terra, '
this is dog, this is monkey, this is human'. Embora seja tudo de interpretação individual, expontânea, e vale salientar auto-cosciente. Não passam de 'formigas' prestigiando um império falido e obsoleto. Um império monopolizado por seus próprios habitantes, os quais se deslumbram com uma falsa idéia de deuses, elas se coagem por seus próprios atos e absorvem o sobrenatural conveniente de suas assolações.
Enteder além dos mecanismos efetivos da genética, da hereditariedade revela-se mais árduo.
Ou definitivamente não.